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Romeu e Romeu

LAMA teatro (Faro)

teatro + performance

Sexta Feira, 28 Ago. - 21h30 (abertura do festival)

Cafetaria Bar - O Castelo

M/12

Estranhofone (Santo Tirso)

música + escultura

Sábado, 29 Ago - 10h30

Claustro da Igreja de S. Domingos (Museu Militar de Elvas)

O projeto é visitável durante todo o fim de semana das 10h às 13h e das 15h às 19h

M/6

Estranhofone, cresceu pelo encontro entre som marginal e objecto despejado, entre um músico e um cenógrafo, e afirmou-se como objectos sonoros construídos com uma constante observação do seu comportamento ficcional.
Do objecto para o som e do som para o objecto, reanimados do ordinário para o extraordinário, surgem Objectos Falantes, sem afinação nem apreensão musical. São diálogos de revelia e festim, do vulgar e inusitado. Porventura,
uma poesia de banalidades insólitas. Para o festival A Salto, Estranhofone apresentar-se-á com os objectos OparaSom 2, DX e estreará a etapa motora do Som de Gaveta, com a motorização das cordas comandadas por uma máquina de escrever.

Calendário para um Abraço

José Kuski Vieira (Elvas)

Desenho + Instalação

Sábado, 29 Ago - 18h30 (conversa com o artista)

O projeto é visitável durante todo o fim de semana das 10h às 13h e das 15h às 19h

Igreja das Domínicas

M/6

Homem-agem

Bestiário (Lisboa)

teatro + dança

Sábado, 29 Ago. - 21h30

Pátio da Casa Tangente / SIR

M/12

Caminhamos numa progressiva deterioração.
Assim, é urgente ganhar a passada do tempo e fixar as nossas raízes e, no entanto, destruímos constantemente quem nos criou. É nesta tensão entre o que foi e o que poderá ser que nos resta agir num presente trémulo. 
Fazer uma homenagem supõe sempre um agir. 
Mas porquê esta pulsão primitiva de homenagear algo ou alguém? Talvez, assim, sintamos menos a solidão. Talvez, assim, consigamos sentir-nos mais perto da nossa procedência. Ou, talvez não seja nada disto!
O Tempo esgota-se.

Corpo Espetacular

Mariana Barros (Brasil) 

moda + performance

Sábado, 29 Ago. - 23h00

Fosso e baluarte da muralha sul

(ponto de encontro do público junto ao parque de estacionamento da Av de Garcia da Orta)

M/12

Um corpo, um corpo instalação, um corpo interator, um corpo humano, um corpo sonoro, um corpo obra, um corpo espetacular que ao atravessar percursos urbanos estabelece a permanência fluída com a fronteira corpo-lugar e modifica as paisagens habituais da cidade. Obra interdisciplinar entre corpo/ imagem, performance/arquitetura e intervenção/instalação dedicada a um corpo-objeto com 20 metros de extensão.

ZÉNITE: Quadros de um grande jogo poético

Filipe Baptista (Lisboa) 

Video + Performance

Sexta Feira, 28 Ago. - 23h00

Miradouro do Castelo

M/12

Programação

Duas famílias separadas por um ódio antigo separam também o projeto espacialmente e, numa primeira fase, criativamente entre os dois criadores. Um idealiza o universo dos Capuletos, enquanto outro mergulha na essência dos Montéquios. Será que vivem um sem o outro, ou complementam-se? Só existe um ator em cada reino, e agora? Cada um cria a sua versão dos acontecimentos, tendo no fim um momento de comunhão, de escuta e fusão dos factos mais relevantes.

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“ZÉNITE: Quadros de um Grande Jogo Poético” é um projeto audiovisual de Filipe Baptista composto por uma série de treze vídeos, que pode ser vista como uma galeria de quadros em movimento. Em cada quadro vemos um corpo-paisagem, materializado pela fgura de um intérprete. O movimento dos corpos e as palavras que deles ecoam servem, a par da paisagem visual e sonora, de matéria-prima para pintar, com a imagem e o som, este conjunto de pequenos poemas visuais.

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Conto Cá Dentro

Maria Terra (Açores) e Ana Moura (Vidigueira)

arte urbana + banda desenhada

Domingo, 30 Ago. - 11h00

Bairro das Caixas

M/6

Meter os Papéis pelas mãos em Elvas

AP Silvestre (Lisboa)

artes plásticas

Domingo, 30 Ago. - 18h30 (conversa com a artista)

O projeto é visitável durante todo o fim de semana das 10h às 13h e das 15h às 19h

Montras da Rua de Alcamim

M/6

Pelo menos duas obras de collage serão criadas durante esta residência artística e a matéria
prima para isto vão ser as revistas, panfletos, papéis encontrados pela artista no dia a dia da
cidade de Elvas ou doados pelos seus habitantes

Casa das Belas Adormecidas

Paulo Lage e Sofia Berberan (Lisboa)

performance + Instalação

A casa das belas adormecidas é uma instalação/performance a partir do universo de Yasunary Kawabata, construída durante uma residência artística na cidade do Mindelo, em Cabo Verde, no âmbito do Mindelact 2019. 
"Morre-se como se sonha: sozinho", escreve Sofia Berberan numa carta enviada a Paulo Lage durante a sua primeira visita ao Mindelo, em 2017. A correspondência que trocaram na altura - contaminada pelo sentimento de insularidade, a impossibilidade de fuga que nos torna delirantes e a leitura de "A Casa das Belas Adormecidas", de Yasunary Kawabata- faz surgir o texto. Na cena uma pessoa dorme na cama, não vê e não acordará. 
Ao espectador é proposto que veja como nos sonhos- ou nos delírios - onde o passado, o presente e o futuro se sobrepõem.

Domingo, 30 Ago. - 18h00 às 20h00

Reserva Obrigatória
(performance individual ou para grupos com a duração de 15 mins)

Cineteatro Municipal

M/18

Cooking Landscapes

Telma João Santos e Diana Reis (Lisboa)

Gastronomia + Performance

“E umas das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve  amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi criadora de minha própria vida.” 

                                                                                                                                                                Clarice Lispector
 

Cooking Landscapes é um jantar, uma performance, um documentário experimental, dois espaços, um encontro entre artistas, chefs e investigadoras. Como encontrar na performatividade da cozinha de autor um olhar sobre a criação artística, o behind-the-scenes do que nos é oferecido como belo, de que trata também a performance art?

Domingo, 30 Ago - 20h00 às 23h00

performance: 20h - Mercado Casa das Barcas

experiência gastronómica: 21h - Casa Tangente
(reserva obrigatória)

M/12

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Fiquei em casa a partir de 11 de Março com uma gripe que se antecipou ao fecho das escolas a 16. Estávamos em casa com todas as incertezas do mundo.  A 28 de Março foi anunciada a primeira previsão sobre a pandemia, que ainda que longínqua e posteriormente rebatida, seria aquele rochedo que esperava desesperadamente: " pico seria no fim de Maio. Intuitivamente fiz umas contas e pensei. Só vou abraçar as minhas filhas, netos, genros, pais, irmãos sobrinhos e cunhado dentro de 90 dias. Decidi amar todos os dias até lá e celebra-lo com uma aguarela. Construí o calendário para o abraço e qual Robinson Crosue fui dando baixa da passagem do tempo. Estes desnhos foram o meu mundo nestes 90 dias e revelam a forma como o desconfinamento foi pouco a pouco, e não numa data específica como eu imaginei, se foi tornando realidade.

Uma história tradicional de Elvas serve de motor a uma Banda Desenhada de Maria Terra e a um mural que a mesma artista pinta com a alentejana Ana Moura.

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