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Deslocamentos - Vista sua Existência

Simone Donatelli (São Paulo, Brasil)

fotografia + instalação

Sexta Feira, 31 Ago. - 19h00 (abertura do festival)

Casa da Cultura de Elvas

M/12

DESLOCAMENTOS é ação do projeto OCUPAÇÃO, em que se “desloca” a diversidade presente na indumentária dos orixás, de um espaço (ritualístico) para “outro” espaço (em construção) e, "desloca" a expressão artística presente no ritual para fora dele, preservando elementos do sagrado na arte e desassociando-os do culto religioso. A proposta tem como objetivo a cocriação e inter-relação na multiplicação das ações em outros territórios e é aberta a participantes interessados.

A artista esteve presente na edição do A Salto em 2017 e regressa este ano com uma instalação contendo as fotografias captadas com a comunidade elvense em 2017.

Inscrições para sessões de fotografia com Simone Donatelli: festival.asalto.umcoletivo@gmail.com

                                                                                                        964257632

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Piquenique performático

Sexta Feira, 31 Ago. - 20h30 (abertura do festival)

Jardim das Laranjeiras

M/12

re-right VOL.I

Rodrigo Pereira (Fátima, Portugal)

novos media + instalação

Sexta Feira, 31 Ago. - 00h00 (conversa com o artista)

projeto continuado visitável sábado e domingo das 16h às 20h

Sociedade Instrução e Recreio

M/12

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re.right VOL.I é um projecto multidisciplinar que explora diferentes formas de conversar.

O primeiro volume tem duas etapas principais:

- Pesquisa e Criação - uma viagem de nordeste a sudoeste de Portugal onde se registam conversas sobre conversar;

- Apresentações - Nos mesmos lugares onde estas conversas se registaram, propõe-se uma conversa/jogo ampliada a mais do que um sentido. O público é convidado a comunicar entre si através de um vocabulário que propõe não só relações semânticas, mas também visuais e sonoras.

À Carta

(Lisboa, Portugal)

performance + dança + comédia

Sábado, 1 Set. - 9h00 às 13h00 (atividade contínua)

Mercado Casa das Barcas

M/12

Projecto colectivo que leva Menus Performativos a locais de convívio e lazer das pessoas. Usa o conceito site specific, específico ao espaço, baseando-se nas histórias dos espaços propostos. Desta forma, apropria-se de um momento de copo/jantar e apresenta um Menu Performativo que contém cerca de 8 opções performativas, público é desafiado a ir escolhendo opções à medida da interacção com o À Carta e o momento.

Para o À Carta não existe palco, o espaço é o palco.

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Re.Ligar

Ana Catarina Santos (Lisboa, Portugal)

performance + teatro

Nasce-me o repetitivo círculo que aumenta em si mesmo - até ele querer - e faz brotar rectas do seu epicentro.
Ali a recta é o corredor de água, tão existente quanto eu, onde a luz da estrela maior destrói e cria, destrói e cria .. - brotando três círculos com vida própria. Nascem, acontecem e morrem - no seu tempo justo.
O que é estarno tempo que não me pertence?
Perco-me no antes ou depois, e desencontro-me, achando que sei quando me encontro.
Tenho a mais leve sensação que estou mais do que sou.

O tempo respira por si. Não nos precisamos e caminhamos solitariamente juntos. É em frente, é sempre em frente mesmo quando parece que não é.

Em frente, contigo, comigo, aqui, agora, apenas no preciso instante em que acontece.
Talvez seja um constante existir para estar; tu, só existes. Deixas-me o eco, a memória mais viva do que foi, e é mais um pouco, como uma pegada de existência.

Suspendes-te: não sei onde, como, porquê e para quê.
Só sei quem estou.

Sábado, 1 Set. - 9h00 às 20h00 (atividade contínua)

Cisterna

M/18

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Baluartes

Rafaela Nunes (Palmela, Portugal)

artes visuais + Instalação

Sábado, 1 Set. - 10h (conversa com a artista e visita guiada)

projeto continuado visitável sábado e domingo das 10h às 20h

Locais a definir espalhados pela cidade de Elvas

M/12

Propõe-se a construção de um conjunto de refúgios prateados espalhados pela cidade. serão "fortificações" dentro de outra fortificação. Estes pequenos abrigos públicos servirão simultaneamente de proteção ao sol, de brincadeira para os mais novos e de estranhamento. Pretende-se abordar o passado histórico de Elvas através de uma retoma do símbolo e objecto da fortaleza, aqui imbuido de referências relacionadas com a ficção científica, criando uma ponte entre o passado e o futuro. Procura-se a associação entre a antiguidade e a magnitude da fortaleza com a antecipação e vulnerabilidade do futuro, através de um objeto que conta dimensões da realidade e da ficção, da familiaridade e da estranheza.

Aluvião

Bruno Caracol (Lisboa, Portugal)

instalação + sonoplastia

Sábado, 1 Set. - 17h30 (conversa com o artista)

projeto continuado visitável
sábado e domingo das 10h30 às 13h e das 15h às 20h

Conselho de Guerra (CAOP)

M/12

Aluvião é o encenar de uma inundação no espaço expositivo. Trata de encher o espaço com uma camada de 15 cm de água, usando bombas de água e contentores reciclados para mobilizar esta água, submergindo altifalantes sonoros que irão criar turbulências pontuais a partir das frequências por eles emitidos.

Aluvião é um processo continuado de pesquisa que investiga a água como material de trabalho implicado politicamente na relação da humanidade com a natureza. Partindo de um romance de J. G. Ballard, “Mundo Submerso”, é também uma pesquisa sobre uma projecção da humanidade no futuro, no limite entre utopia e distopia.

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Retratos

META (Bragança, Portugal) com colaborão de Rita Pereira e Inês Cavaco

música + instalação

Sábado, 1 Set. - 19h00

Torre Fernandina

M/12

A jovem artista META tem vindo a desenvolver um trabalho ímpar no mundo da música, compondo músicas unicamente com recurso à sua voz. No festival A Salto irá trabalhar com a comunidade elvense, procurando a musicalidade do linguarejar elvense.

Acompanhada por duas artistas visuais, Rita Pereira e Inês Cavaco, META irá tomar de assalto a Torre Fernandina, ocupando os vários andares da torre e por último o seu terraço.

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Imperatore

Os Pato Bravo (Lisboa, Portugal)

teatro + novos media

IMPERATORE é um espectáculo-instalação que coloca ao público, movente, as questões:

 

Quem é mais voyeur? Quem vê ou quem está a ser visto? Como se trocam estes papeis?

IMPERATORE projecta nos outros a próprias frustrações e desaires para se resolver a ele próprio. Os combates de egos são uma constante. Está tudo no sítio certo. Até ver, temos apelidos e cognomes.

"... As crises de identidade culturais pelas quais andamos todos a passar..."

És brasileiro, inglês, italiano, finlandês, francês ou português?

"O que é que te dói?

Qual é o teu poder de influência sobre nós só porque estás ampliado?"

As video-instalações, constantes, dão-nos premonições das acções seguintes mas também nos obrigam, fazendo rewind, a questionar o que foi feito/dito anteriormente.

Sábado, 1 Set. - 22h00

Cafetaria Bar - O Castelo

M/12

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Histórias Mal Contadas

Cláudio Pereira (Vila Nova de Milfontes, Portugal)

música + narrativa

Sexta Feira, 31 Ago. - 22h00

Jardim das Laranjeiras

M/12

Fuck Her

Ludmilla Ramalho (Belo Horizonte, Brasil)

performance

Sábado, 1 Set. - 00h00

Garagem em Alcáçova

M/16

Fuck her, em tradução livre, significa "foda-a" ou "coma ela", expressão de conotação sexual com aspecto de violência. A fúria do termo inglês, no entanto, é desarticulada pelo jogo com o termo "pinto" que designa, em português, tanto o falo masculino quanto o singelo filhote da galinha, que descobrimos ser o verdadeiro agente do consumo do corpo feminino.

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VOLT

João Pedro (Porto, Portugal)

fotografia

Volt é um registo telúrico da vida humana e da sua transcendência. O ciclo da vida, é ilustrado através das fotografias deste projeto, como se fosse uma chave, um convite à sua descodificação. A electricidade, ou melhor, a bioimpedância é sugada para uma harmonia perfeita de

um total de 9 fotos (3x3), perfazendo uma única imagem. Nessa imagem estarão os conceitos da vida, da morte, das estações, do universo, da razão para existir e as emoções naturais ao ser humano, sejam elas bonitas ou feias.

"As melhores fotografias foram aquelas que (ainda) não tirei."

João Rodrigues

VOLT é precedido da visita ilustrada ao cineteatro municipal: Se podes olhar vê, se podes ver, repara.

Domingo, 2 Set. - 10h00

Cineteatro Municipal

M/12

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Da Voz Humana

Escola de Mulheres - Oficina de Teatro (Lisboa, Portugal)

teatro + literatura

Com cinco anos de vida, o ciclo de leituras Da Voz Humana ocupa já o seu próprio lugar na agenda de um público que procura uma abordagem alternativa às leituras encenadas convencionais.
Da Voz Humana continua a ser o espaço de encontros improváveis e sinergéticos que o caracterizam e lhe conferem importância.
Com um conceito bastante informal, experimental e espaço para conversas no decurso e no final de cada uma das sessões, entre autores, intérpretes e público, este ciclo tem revelado textos, na sua maioria inéditos, de autores contemporâneos, oriundos da literatura, da poesia e do teatro.

Domingo, 2 Set. - 17h30

Museu Casa da Joana

M/12

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Sapatos de Ferro

Yuran Henrique (Praia, Cabo Verde)

pintura + arte urbana

Yuran Henrique dá continidade ao projeto de arte urbana do festival A Salto, iniciado em 2017 pela artista polaca Joanna Latka. Propoe-se que todos os anos seja pintada uma parede da cidade de Elvas com motivos de uma história tradicional elvense.

Neste ano, Yuran irá trabalhar a história Sapatos de Ferro em acto contínuo durante todo o festival, apresentando um estilo de pintura performático e visitável a qualquer hora.

Domingo, 2 Set. - 19h00 (apresentaçao do mural completo)

(o processo é visitavel a qualquer horário durante o festival)

Quarteis da Corujeira

M/12

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Os Meus Primeiros Sons

Daily Misconceptions (Lisboa, Portugal)

música + oficina

Os Meus Primeiros Sons é o resultado de uma oficina de formação orientada pelo música Daily Misconceptions durante o Festival A Salto.

Pretende-se com esta oficina expor os participantes ao ambiente sonoro que os rodeia e aos seus próprios sons. Irão escutar em detalhe, e pela primeira vez, o ambiente que lhes é próximo e conhecido.

Também vamos explorar as novas tecnologias aplicadas à música - conhecida como música electrónica. Aqui, os participantes vão ter contacto com instrumentos inovadores e pouco convencionais.

Nesta oficina ouve-se, experimenta-se, grava-se e faz-se música electrónica pela primeira vez.

Serão criadas, pelo formador, uma ou várias composições com os sons recolhidos, gravados e escolhidos pelos participantes durante a oficina.

Domingo, 2 Set. - 20h00

Sinagoga

M/12

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Janelas da Memória

DocVozes (São Paulo, Brasil)

cinema documentário

Domingo, 2 Set. - 22h00 (encerramento)

Sociedade Instrução e Recreio

M/12

Janelas da Memória é um projeto que fomenta a preservação do patrimônio cultural através do registro audiovisual. Realizada pelo DocVozes, a proposta abarca a construção, desenvolvimento e exibição de um documentário-registro onde a comunidade do evento desempenha um processo quase simultâneo de interlocução, participação, recepção e elucubração. Unindo memória e tecnologia com o propósito de oferecer uma compreensão elaborada sob os processos sociais e culturais convertendo a memória num arquivo de fácil acesso a ser revisitado com alguma frequência.

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Curt(a)salto

48h Film Project Lisboa (Lisboa, Portugal)

cinema de ficção

Domingo, 2 Set. - 22h00 (encerramento)

Sociedade Instrução e Recreio

M/12

A proposta do projecto CURT(A)SALTO consiste na realização, por parte de uma equipa, de uma curta-metragem em 48 horas – o período das apresentações do Festival A Salto. Mas este desafio será adaptado ao espírito do Festival e à comunidade envolvida – Elvas. Assim, a proposta vai no sentido de constituir uma equipa local, oferecendo, a priori, uma pequena acção de formação focada na experiência e assegurando um apoiomais presente no desafio de fazer a curta-metragem.

Inscrições para a oficina de preparação para as rodagens do curt(a)salto: festival.asalto.umcoletivo@gmail.com

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As canções que batem mais dão aquele empurrãozinho na imaginação e tu abalas, crias uma história, uma situação ou um personagem . E, à medida que ouves a canção vezes e vezes, pois continua sempre a saber-te diferente como um bom vinho que vai abrindo, a história cresce. Isto não tendo medo de te deixares dominar pelo que a canção te oference. São histórias cantadas que, destiladas de canções de outros, resultam em versões ficcionais de músicas conhecidas, constroem-se narrativas-canção, onde personagens se vão cruzando...ou não. Aconselha-se o fechar de olhos durante o seu visionamento, para melhor rendimento da máquina imaginativa.

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Projetos